Mein Führer, i can walk!
Cena final de Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb, um exemplo do brilhantismo de Peter Sellers enquanto actor, mas também uma sátira brilhante à Guerra Fria. Aliás, é curioso ver a actualidade de algumas das deixas quando pensamos seriamente sobre este mundo insano que nos rodeia.


8 Comments:
Brilhante! Se há um aspecto autoral que me agrada no Kubrick e que, tirando o Lolita e o Shining, está patente em quase toda a sua obra, é a crítica ao funcionalismo.
Brilhante a sátira em Dr. Strangelove! :D
..e eu não tenho palavras para esta cena.
O meu filme de eleição, o único que quando alguém faz aquela pergunta miserável "filme favorito?" acaba sempre por sobrepôr a todos os outros na minha cabeça.
"We'll meet again, don't how, don't know when...."
Uma sátira brilhante sim, mas apesar de algumas deixas prodigiosas ("Gentlemen, you can't fight here, this is the war room!") está já um pouco datada... Ou seja, acredito plenamente que a sua acidez na época em que foi feito fosse bem mais demolidora... mas isto sou eu a dizer heresias ;)
(e Hugo, não abandonei a malta, em breve retomarei a actividade blogosférica!)
este e paths of glory são os únicos dois de kubrick que ainda nao vi....
"Gentlemen, you can't fight here, this is the war room!"
O "Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb" continua insuperável numa coisa, na inteligência do seu humor. Noutras certamente que também, mas a espécie do seu humor foi o que me marcou, o que me fará revê-lo vida fora. E, quer se queira quer não, é um Kubrick e isso em cinema é como um Van Gogh em artes plásticas.
P.s.: Hugo, abraço forte. Há tempos que eu te desafiava, foi desta. Mas não deixes de responder ao desafio sempre que entenderes.
Ó Tejo, ora por quem sois, pá! :-)
Confesso que adoro o Dr. Strangelove. Idolatro. Provavelmente o meu Kubrick favorito.
Também adoro este filme e o Kubrick. Há pouco tempo vi duas curtas dele que nunca tinha visto: "Flying Padre", uma cena muito fora mesmo, e "Day of the Fight" que já tem toques Kubrick ao nível da câmera e do enquadramento, por exemplo.
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