Mundo de sonhos

Somewhere over the rainbow
Way up high,
There's a land that I heard of
Once in a lullaby.
Somewhere over the rainbow
Skies are blue,
And the dreams that you dare to dream
Really do come true.
(E.Y. Harburg)
Eis o que canta Dorothy logo no início de The Wizard of Oz, essa obra que encanta qualquer um, dos oito aos oitenta. Um filme que encanta pela sua ingenuidade, pelo seu mundo mágico, por um Technicolor deslumbrante, mas, também, porque, intencionalmente ou não, este Somewhere over the Rainbow funciona, na perfeição, como uma síntese daquilo que o Cinema também é: algo para lá do arco-íris, um Mundo onde os sonhos se tornam realidade. Nem que seja por breves instantes. O Cinema é emoção, é a Verdade 24 vezes por segundo, mas é, também, um palco de ilusões.
Nuno, Wasted Blues, meus caríssimos companheiros de sessão, o que se vos oferece dizer? :-)


9 Comments:
Nada, se não para marcar outra sessão ;)
"palco de ilusões"? um rasgo musical impertinente e demasiado teen para o efeito que pretendia Victor Fleming.
Incrivel como ganhou a outros filmes na guerra dos oscáres,um ano em que terá saido o melhor Capra movie: "Mr Smith Goes to Washington".
Abraço.
"um Mundo onde os sonhos se tornam realidade. Nem que seja por breves instantes."
Sem dúvida, o que procuramos muitas vezes fora do quotidiano e que encontramos nesse mundo de sonhos, que é a janela aberta que o cinema em geral nos proporciona.
Que giro, Hugo... faz me lembrar quando era mais puquenina :)))esse música é bonita qualquer que seja a idade...Abraço.
Nuno: claro que sim!
Tiago: rasgo musical impertinente? Enfim, são opiniões. Mas ninguém por aqui falou de Capra ou de Oscars.
Lua obscura e senhora das águas: sim, também é um placo de ilusões e, neste caso, até faz voltar à infância por um bocado :-)
Já tive oportunidade de ver esse filme magnífico em duas situações completamente diferentes. Uma foi semelhante à vossa, com a diferença de ter sido na minha sala.
A outra foi vendo-o sincronizado com o disco Dark Side Of The Moon dos Pink Floyd. Era, e continua a ser, um dos grandes rumores, o de que o o disco, gravado bem depois de filmado o filme, encaixaria na metragem. Eu não encontrei tanto encaixe quanto esperava, mas a experiência vale como uma nova a quem já tenha tido a do filme e a do disco, ambas só por si extraordinárias.
É um filme mágico para mim. Foi o primeiro que vi no cinema, com apenas 3 anos. Naturalmente que não me recordo, mas dizem-me que comecei a chorar assim que apareceu a bruxa. Depois disso, vi-o muitas vezes, na televisão, em DVD. Mas ir à cinemateca este Sábado foi especial. Foi mesmo ir ao 'other side of the rainbow', porque não há magia como a de uma sala de cinema.
Acho curioso quem consegue reduzir um filme que tem encantado várias gerações a "rasgo musical impertinente" e ainda falar das intenções do Victor Fleming, quando todos sabemos que Fleming foi apenas um de muitos realizadores que trabalharam neste filme. Logo, não faz muito sentido, falar da visão de um único realizador.
Quanto a 1939, realmente foi o ano desse magnífico "Mr. Smith Goes to Washington" de Capra (que, para mim é um dos melhores, não o melhor)... mas também foi o ano de "Young Mr. Lincoln" e "Stagecoach" de John Ford, "Only Angels Have Wings" de Howard Hawks, "The Women" de George Cukor, "Gone With the Wind" também de Victor Fleming (entre outros), "Ninotchka" de Ernst Lubitsch, "La Règle du jeu" de Jean Renoir... não será preciso continuar para lembrar que 1939 erá sido dos melhores anos de Hollywood, e onde está inserido o grande "The Wizard of Oz"!
Tiago Tejo - eu já fiz essa experiência com o álbum dos Pink Floyd e até a destaquei já no wasted blues ;) Mito ou não, aquilo até bate certo!
Wasted: subscrevo e assino por baixo. E 'mai nada! :-)
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