terça-feira, janeiro 29

Paradjanov e Ashik Kerib

Depois de ver Ashik Kerib, de Paradjanov as palavras não existem. Não contam. As cores garridas, a atmosfera mágica, poética e surreal, perdão irreal dominam. Flutuamos num mundo de sonho, onde cada fotograma talvez seja o mais belo do Mundo, enquanto, simultaneamente, é uma homenagem e, talvez, um estudo antropológico da cultura azéri. Deslumbrante.