terça-feira, abril 11

Ad provocationem IV

Sergio Leone e David Lean padeciam de um síndrome similar: o filme seguinte tinha sempre de ser maior e mais espectacular.

4 Comments:

Blogger Francisco Mendes said...

Tinha... mas nem sempre era.
Se não estou em erro, uns anos após "Lawrence of Arabia", Sir David Lean decresceu ligeiramente em orçamento e duração de filme com "Doctor Zhivago". Pudera!

Cumprimentos cinéfilos.

6:22 da tarde  
Blogger dermot said...

Vou ser sincero: não conhecia este blogue mas fiquei apaixonado :)

6:44 da tarde  
Blogger Hugo Alves said...

Francisco: Sim, foi reduzido, de facto, mas acho que o síndrome era similar :)

Dermot: obrigado pelas palavras tão simpáticas ;)

Cumprimentos cinéfilos!

7:38 da tarde  
Blogger mig_domingues said...

Pois. Mas se no caso de Lean não posso falar muito (faltam-me alguns clássicos e o meu preferido dele é "Brief Encounter"), no caso de Leone creio que o que se passava era a necessidade cada vez maior de pôr (quase) tudo num filme. Leone, com a lucidez dos pessimistas, sabia que nunca teria tempo para fazer os 362 438 filmes que tinha dentro de si.

Take Care,
Miguel Domingues

11:59 da tarde  

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