segunda-feira, abril 7

Não estou aí, de facto

É bom saber que Todd Haynes gosta de Fellini. Ao ponto de recriar cenas mil de Otto e Mezzo e de La dolce vita em I'm not there. Tirando o bom gosto cinéfilo, do filme não sobra nada de memorável: afinal, a música de Bob Dylan não entra nestas contas. Está muito acima. De "filme" fica só uma manta de retalhos com potencial para ser algo que não é. E é pena.